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O Rádio continua importante...

22 FEV 2017
22 de Fevereiro de 2017

O Rádio continua vivo deixando sua marca como importante veículo na publicidade. Através dos seus vários públicos, os anunciantes vão segmentando seus produtos enxergando possibilidades.

Segue texto de Danúbia Paraizo, publicado na Propmark revelando o alcance do rádio através da pesquisa Book de Radio da Kantar Ibope Media. O texto tem uma analise técnica, mas deixa claro a importância da divulgação no rádio.    

"Já não é de hoje que o rádio vem desafiando as previsões apocalípticas sobre seu fim. Os dados da pesquisa Book de Rádio, panorama da Kantar Ibope Media sobre o meio, mais uma vez, comprovam o quanto o veículo permanece relevante para o ouvinte e, consequentemente, para o anunciante.

A evolução tecnológica, aliás, antes apontada como possível responsável por seu fim, é uma das principais ferramentas para democratizar a veiculação de conteúdo sonoro nas mais diversas plataformas e formatos. Não à toa, nas 13 regiões metropolitanas onde a pesquisa foi realizada, o alcance do meio atingiu 89% da população, com média de 4h36min de sintonia diária.

A Grande Belo Horizonte desponta como a região mineira de maior alcance, chegando a 96%. Outro importante dado é que 33% dos ouvintes são da classe A/B, 50% da C e 17% da D/E. No quesito duração média do acesso, a Grande Goiânia sai na frente com 5h34min de consumo por dia de programação, e 31% dos ouvintes pertencem à classe A/B, enquanto 50% à C e 19%, à D/E. “Diariamente ouvimos comentários de que o rádio está morrendo, mas essa informação é falsa. O estudo indica que ele está muito presente na vida das pessoas, se adaptou muito bem ao advento da tecnologia. Ele é portátil e, com a internet, permite ainda acesso a conteúdos retroativos para serem ouvidos a qualquer hora”, ressalta Dora Câmara, diretora-executiva-comercial Brasil da Kantar Ibope Media.

Além de insights sobre o perfil demográfico do ouvinte, o estudo trouxe ainda informações sobre a compra de espaço publicitário no meio, incluindo principais categorias e anunciantes. De janeiro a novembro de 2016, foram veiculadas 4,5 milhões de inserções publicitárias de 9.850 anunciantes diferentes, dos quais, 46% exclusivos do meio rádio. Os segmentos de hipermercados e atacadistas lideram o ranking, com Hypermarcas (1º), Via Varejo (2º) e Supermercado Guanabara (4º) nas primeiras colocações. O mercado financeiro e as instituições de ensino também aparecem bem colocados, com anunciantes como Bradesco (3º) e Anhanguera Educacional (10º).

A edição 2017 do levantamento trouxe também dados do Target Group Ratings Radio, a audiência comportamental no rádio. A solução, um cruzamento dos dados de aferição regular e do estudo single source Target Group Index, avalia a audiência com base em informações como hábitos, opiniões e preferências dos ouvintes.

Segundo Dora, as informações contribuem para que anunciantes e agências estruturem de forma mais personalizada e efetiva suas campanhas no rádio. “Em Belo Horizonte, por exemplo, ouvintes gostam de ficar na residência, consideram a cozinha como principal local da casa e vão fazer reformas no futuro. Já em Fortaleza, os pais consideram a opinião dos filhos para tomadas de decisões. Entender esses hábitos é fundamental para que as marcas segmentem suas ações”.

Os resultados também auxiliam os anunciantes a identificar possíveis oportunidades e nichos. Na Grande São Paulo, por exemplo, os ouvintes admitiram não se cuidar devido à vida agitada. Já na Grande Salvador, os consumidores pretendem comprar casa ou apartamento nos próximos 12 meses. “A pesquisa reforça o quanto o rádio pode ser segmentado para falar com vários públicos, agrega valor e frequência, além de disponibilizar informações qualitativas e quantitativas que baseiam essa decisão do anunciante”, finaliza Dora".

Fonte:Propmark

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